terça-feira, 15 de novembro de 2011

Memorial Reflexivo

Eu, Iêda Coelho Soares Pinto Leite,  hoje  com 46 anos de idade, nascida no interior de Minas Gerais, casada, mãe de dois filhos, e atualmente ESTUDANTE DE PEDAGOGIA.

É muito interessante quando olho para trás e, ao refletir sobre a minha vida, minha historia, eu consigo identificar pontos importantes que sempre existiram em mim, (mas que eu nunca tinha dado conta) que fizeram toda a diferença para que eu chegasse hoje num curso de PEDAGOGIA.

Contando um pouco dessa historia, começo mencionando o meu desejo de ter quatro filhos, e para isso teria que ser uma boa educadora, pois acredito que a primeira educação é aquela que vem de berço, e que exige da mesma forma dedicação, carinho e responsabilidade. Não tive os quatro filhos, mas aos dois que tive me dediquei totalmente: quando pequenos contava historias, viviam em meio a livros, jornais e revistas. Na área de serviço da nossa casa havia um quadro negro para eles rabiscarem, e estavam sempre rodeados de brinquedos pedagógicos. Tiveram uma infância rica em conhecimentos e aprendizagem, e hoje são jovens estudantes de sucesso.

Não satisfeita, quando eles já estavam grandinhos procurei um trabalho voluntario em minha Paróquia, mas eu tinha uma exigência, TINHA QUE SER COM CRIANÇAS, e durante oito anos executei esse trabalho com muito sucesso, sempre sendo chamada de PROFESSORA pelas crianças e seus pais. As pessoas que conheciam o curso de Pedagogia e sabiam que eu não o tinha, sempre me aconselhavam a fazê-lo, mas as condições  financeiras as vezes não colaboravam e eu tinha também aquela ideia que já estava velha para encarar uma faculdade.

Até que um dia esse trabalho de Paróquia deixou de existir, e eu fiquei arrasada de ficar sem as minhas crianças. Minha filha percebendo toda essa situação me inscreveu no vestibular e me disse “Mãe, vai estudar, ainda é tempo!”. Com todo esse incentivo resolvi encarar, e sei lá como passei, e aqui estou eu, no segundo semestre de PEDAGOGIA, já fazendo estágio, em sala de aula com crianças da Ed. Infantil, e feliz da vida. Antes eu tinha a prática, mas não tinha a formação, e os dois tem de caminhar juntos.
Eu acho que a minha historia confirma a frase de Paulo Freire:

                   “SER PROFESSOR É PROFISSÃO, SER EDUCADOR É VOCAÇÃO”.





Fechamento do Semestre

Estamos na reta final do semestre, e na nossa disciplina I.T.A.E. (Informática e Tecnologia Aplicada à Educação) fechamos a nossa ultima aula ainda falando sobre o USO DA TV/VIDEO EM SALA DE AULA, que é um instrumento de apoio à formação da população, e devemos ter o devido cuidado, porque em parte pode servir para contribuir, mas também pode destruir valores.
Existem algumas propostas para esse uso que devemos analisar com o devido cuidado:

1 – Vídeo como:
       SENSIBILIZAÇÃO: trabalhar/estimular um nível de aprendizado;
       ILUSTRAÇÃO: Imagens;
       SIMULAÇÃO: de algum fato acontecido;
       CONTEÚDO DE ENSINO: política e educação;
       ESPELHO: olhar crítico.
2 – Desenvolvimento de um olhar crítico frente às imagens da TV: definir quais programas e porque eu vou assistir determinada programação.
3 – Midiabilidade: existência de um campo social (político e econômico) dominado pela mídia.
4 – O conteúdo da TV é uma forma de mercadoria, sociabilidade, comunicação, cultura e também política e econômica.
5 – A TV cresceu e se consolidou durante o regime militar. Ex. Televisão x TV Globo que cresceu apoiada pelo regime militar.
6 – Tendência ao sensacionalismo e ao conteúdo de baixo nível ético, ou seja, aumento de tamanho dos fatos.
Após essas propostas façamos uma reflexão: de que maneira a TV pode contribuir com a pedagogia na formação de indivíduos críticos? De que forma e quais as programações podem ser trabalhadas?
- temos que saber escolher as programações e bem trabalha-las;
- deverá ter também o acompanhamento dos pais.



Oficina de Informática

Elaboramos e participamos da oficina de informática proposta pelo professor Leandro com o objetivo não só de aprender lidar com o computador, mas também interagir uns com os outros, começando no seu próprio grupo e consequentemente com toda a turma. Professor Leandro dividiu a turma em cinco grupos, sendo que, dois iriam apresentar sobre a Internet e os outros três iriam apresentar sobre Word, Excel e Power Point. Todas as apresentações seriam voltadas para a educação/pedagogia e em como usar esses recursos no nosso curso e também futuramente com nossos alunos. 



Meu grupo ficou responsável pela internet e procuramos mostrar sites que nos ajudam nessa caminhada, como:  http://www.ciee.org.br/portal/index.asp E para conseguirmos um estagio, é necessário que estejamos cadastrados, pois as empresas conveniadas exigem esse cadastro, e aproveitamos para cadastrar aqueles que interessaram. Mostramos também o GOOGLE MAPS (http://maps.google.com/) que poderá ser explorado numa aula de geografia. O http://www.bebele.com.br/ para ser usado com crianças da educação infantil. Também disponibilizamos o site da SCIELO (http://www.scielo.br/) onde fazemos nossas pesquisas e o BLOG do Dourado (http://blogdowashingtondourado.wordpress.com/) que traz noticias relacionadas à educação, tema em que devemos sempre estar atualizados. Foi muito e bom e proveitoso esse nosso trabalho e dos demais colegas.


sábado, 12 de novembro de 2011

Tecnologia x crianças






Clique abaixo e veja o vídeo de uma menininha que acredita que pode ter em uma revista a mesma interaividade do IPad.



Aspectos relevantes das novas tecnologias aplicadas à educação e os desafios impostos para a atuação dos docentes.

Hoje, quando se analisa a presença dos meios de comunicação de massa e, principalmente, das novas tecnologias e sua influência na educação, chega-se à conclusão de que a aprendizagem seria totalmente prejudicada sem estes instrumentos. Assim, o presente artigo tem como objetivo evidenciar alguns aspectos relevantes do impacto das novas tecnologias na educação e as implicações dos desafios impostos para o ensino. O impacto dos avanços tecnológicos tem provocado nas instituições de ensino superior, mudanças em seu comportamento, passando da tranquilidade de um sistema educativo social conservador e estático, para um sistema educativo dinâmico, onde as mudanças no ambiente e na tecnologia obrigam os educadores a obter conhecimentos gerais e específicos para fazer frente a nova realidade.

A progressiva difusão da tecnologia nas sociedades é um fenômeno mundial provocando profundas mudanças em todas as dimensões. Essa evolução deve-se ao grande e contínuo avanço tecnológico. Desta forma, a sociedade vive um período de grandes transformações que têm impactado e modificado, de forma definitiva, as organizações em todo o mundo. Essas transformações têm levado as organizações a privilegiarem a capacidade das pessoas na busca contínua de novos conhecimentos.
Ao que se percebe, nenhum setor da sociedade – mesmo aqueles tradicionalmente resistentes ou menos adeptos às inovações – parece ficar imune às incidências das novas tecnologias. Exemplo claro disso é o setor da educação.

A educação, atualmente, é tema central dentro do novo paradigma produtivo internacional, caracterizado pela presença das novas tecnologias, informatização crescente e uma demanda cada vez maior por qualidade. Crescem as exigências para o processo produtivo e de uma formação mais complexa, visto que o aumento de produtividade está associado a uma reorganização da produção apoiada em princípios como flexibilidade, qualidade e rapidez.
Nos países em desenvolvimento, a introdução de novas tecnologias na educação constitui uma realidade. No Brasil, por exemplo, observa-se, sobretudo nas instituições de ensino superior, que as tecnologias vêm progressivamente sendo introduzidas.

O processo de introdução das novas tecnologias nas de ensino superior, quer nos países estrangeiros quer no Brasil, não é definitivamente um movimento lento. Em que pesem as estatísticas e as iniciativas governamentais, e ainda que considerada por muitos, como um fato irreversível, a introdução das novas tecnologias não deixa de provocar polêmicas. Na educação brasileira, sobretudo ao atingir o ensino superior, as tecnologias são hoje uma das questões mais discutidas entre os educadores. Pesquisas, relatos e debates especializados, como os que vêm ocorrendo em diversos países demonstram que esta nova questão educacional não parece fugir às tradicionais trajetórias de resistências por que passam sempre as inovações.
A democratização do saber por meio da informação propõe alternativas que busquem produzir, socializar e facilitar o acesso ao conhecimento, ultrapassando a metodologia de trabalho fundamental da reprodução para a produção de conhecimento.

Por isso, torna-se necessário buscar um referencial teórico que discuta a questão prática e a teoria na educação.
Os computadores, que estão cada vez mais presentes na sociedade, chegam às universidades como recurso importante para a modernização do sistema educacional, permitindo e facilitando a concretização da produção de trabalhos, por exemplo, o acesso à internet trouxe consigo mudanças radicais no processo ensino-aprendizagem. Dessa forma, a sua inserção no ensino é um processo irreversível e a revolução tecnológica em curso, está se dando sem que os educadores possam detê-la.

Diante disso, faz-se necessário um acompanhamento do impacto tecnológico sobre a educação no ensino superior, com o objetivo principal das melhorias da qualidade do ensino.
As instituições de ensino superior encontram-se num contexto de elevada pressão em relação aos avanços tecnológicos que, por um lado, lhes garantem melhores condições didáticas e pedagógicas e, de outro, que ocasiona mudanças ambientais e tecnológicas de uma era da modernidade. Assim, no atual contexto tecnológico em que o mundo se volta completamente para um sistema dominado pela tecnologia, é necessário despertar-se para um modelo educacional que acompanhe este sistema. Para isso, as universidades devem atender a um apelo de ampla abrangência mundial, onde é indispensável o conhecimento teórico e prático desse processo global. Essa preocupação é devido a prioridade dispensada aos profissionais habilitados nessa área no mercado de trabalho.

Com a globalização, a mecanização tem crescido assustadoramente e, a educação, como um sistema voltado a preparar o cidadão para a vida, deve se lançar na luta para levá-lo a deparar-se com essa situação com formação e capacitação profissional tecnológica, oferecendo-lhe oportunidades para enfrentar os desafios surgidos.

Acredita-se que o enfoque deste artigo é oportuno porque colabora com o debate sobre o avanço das novas tecnologias na educação, abrindo novas alternativas de melhoria para os problemas ocasionados por essa demanda nas instituições de ensino superior.

É com esta determinação que pretende enfocar as variáveis do tema proposto em uma constante busca de novas sínteses, realidades e propostas para incorporar os educadores e a instituição de ensino superior em um novo tempo. Partindo dessa linha de análise propõe-se o seguinte problema de pesquisa: Qual a influência da tecnologia para a atuação dos docentes?
Justifica-se um estudo como este pelo fato de haver uma presença cada vez maior dos meios de comunicação influenciando o comportamento das pessoas. Vale frisar que os acadêmicos que não se enquadram na realidade das transformações tecnológicas e cientificas, apresentam dificuldades em entender o mundo a sua volta, pois, cada vez mais os meios de comunicação são colocados a serviço da educação e da vida.

Durante muitos séculos a educação utilizou-se de métodos e técnicas tradicionais. Ensinar era transmitir conteúdos acumulados ao longo do tempo, fundamentados em fatos e conhecimentos que interessavam à sociedade da época ou que foram importantes para outros povos. Esta mesma educação, embora lenta no que se refere ao desenvolvimento das potencialidades individuais de cada um, foi responsável pela criação científica e tecnológica que se encarregaria de transformar esta mesma estrutura conservadora e tradicional.

Assim, o presente artigo tem como objetivo evidenciar alguns aspectos relevantes do impacto das novas tecnologias na educação e as implicações dos desafios impostos para a docência.


AKRÓPOLIS - Revista de Ciências Humanas da UNIPAR

Alfabetização Tecnológica do Professor

Nove dicas para usar bem a tecnologia


O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.
O CURRÍCULO
  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.
O FUNDAMENTAL
  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.
O ESPECÍFICO
  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.
A AMPLIAÇÃO
  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.
O AUTODIDATISMO
  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.
A RESPONSABILIDADE
  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.
A SEGURANÇA
  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.
A PARCERIA
  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.


 Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.

A Presença dos pais na escola



Cada vez louva-se mais a participação dos pais na vida escolar. Diante da atual conjuntura social, da rebeldia e violência juvenil que reinam na sociedade e que acabam por se infiltrar nas escolas, diante da dificuldade organizacional por que passam as instituições públicas, por falta de recursos humanos e financeiros, a presença dos pais e de voluntários da educação, vem sendo vista como de alta valia.

Muitas escolas conseguiram frear a violência, também, graças a atuação de pais referendando, junto aos alunos, posturas disciplinares, morais, impondo respeito, dando exemplo de luta na própria pessoa, atitudes que acabam por influenciar os filhos e os demais colegas. Eles trazem, ainda, a considerada contribuição de a escola se tornar mais autêntica, mais representativa de sua comunidade, conhecendo, entre outros, as crenças, os valores, o trabalho, alcançando mais claramente a identidade cultural do aluno.

Inclusive, há canais oficiais estabelecendo, como obrigatória, a presença dos pais em determinados momentos da escola. O Regimento das Escolas Estaduais prevê o Conselho de Escola, que é a instituição maior de decisão, e nele os pais. Na elaboração do regimento, há um envolvimento conjunto, uma participação ética, reflexiva da escola, dos pais e dos alunos.

O Conselho de Escola é o responsável pela formulação do regimento e através dele os pais passam a ter mais influência na determinação das diretrizes da escola. O Conselho é composto por representantes da direção, dos professores, dos funcionários, dos pais e dos alunos.

Uma das reclamações da escola é a dificuldade em atrair, para ela, os pais. Mesmo nas solicitações das reuniões de Pais e Mestres são poucos os que se fazem presentes, tratando-se de escola estadual. Por parte dos pais, surgem, eventualmente, queixas de falta de respaldo às suas sugestões.

Faz-se necessário que escolas e pais se encontrem, se harmonizem e prosperem juntos em benefício da educação. A escola não é mais uma redoma de vidro; é imprescindível para a sua subsistência que se abra à comunidade, que crie mecanismos de parcerias, que se renove, ajustando-se ao mundo moderno. Nessa sua empreitada, os pais e os voluntários da educação podem tornar-se amuletos, estímulos na abertura de caminhos.

A escola não pode desprezar essa fonte de colaboração; precisa afastar-se do autoritarismo, do semblante monopolista do passado, da posição eqüidistante, e só chamar os pais para relatar aspectos negativos, faltas cometidas ou baixo rendimento escolar do filho. Ela precisa, sabiamente, aprender a trabalhar com a diversidade, com a pluralidade de concepções e de idéias, enriquecendo-se com a troca, com o diálogo.

Uma escola bem organizada, que tem bem definidos os seus propósitos, os seus critérios, não tem por que temer a participação comunitária, temer a perda da autonomia de que, hoje, é portadora. O projeto pedagógico, seu desenrolar, são de absoluta competência da escola, não devendo haver, nessa linha, interferência externa. Poderão surgir sugestões de mudança, cuja decisão ficará a cargo da escola. Ela é a salvaguarda do currículo, da metodologia aplicada.

Cada coisa tem seu lugar, cada função, seu representante. Aos pais competem inteirar-se do processo ensino-aprendizagem e acompanhá-lo, devidamente.

Há várias maneiras de se conquistar os pais, de fazê-los membros coadjuvantes da organização escolar. Iniciativas como festas nas escolas, apresentação de teatro, de coral, competições esportivas, campanhas culturais, excursões, atividades extracurriculares facilitam e favorecem o encontro, que se bem conduzido traz a conscientização. Com a participação vão se abrindo os espaços.

A escola deve refletir a sua realidade social, a realidade de vida do aluno, manter um currículo articulado, contextualizado e nada melhor do que os pais para favorecer a integração, servir de ponte entre a escola e a comunidade.

As escolas, adaptando-se aos novos tempos, vêm se programando para atividades fora das salas de aula. O modelo antigo de educação, com professores só cumprindo o currículo, não satisfaz mais ao aluno e ao conhecimento amplo, diversificado, que o mundo de hoje exige.

Ademais, as atividades extraclasses tornam o ensino mais atrativo. Nessas atividades, como nas excursões, a presença dos pais é aspecto valioso para a consecução dos objetivos, permitindo um melhor resultado.

Com a divulgação da medicina profilática, a preocupação dos pais, com o que os filhos comem fora de casa, é uma constante. Aqui, também, é salutar a participação dos pais, na orientação da merenda escolar, passando ensinamentos sobre alimentação balanceada, ajudando nas suas composições, nas proporções adequadas de gordura, de construtores, de reguladores, de carboidratos ou, então, supervisionando as cantinas escolares. Os experientes profissionais podem utilizar a sala de aula – nas ausências dos professores ou em horários extras – para dar noção, introduzir o aluno em suas profissões, despertando eventuais vocações.

Em quantas atividades escolares não podem ser aproveitada a presença dos pais e dos voluntários da educação! Eles mesclam o ambiente escolar com o ambiente familiar, passam uma imagem de amor, de solidariedade, de força de trabalho, demonstrando, nessa participação, a intenção de ajudar a construir um mundo melhor, a partir da escola, a partir da sala de aula.

IZABEL SADALLA GRISPINO